Ferramentas normatizadoras para publicação de artigos científicos

Ferramentas normatizadoras para publicação de artigos científicos

A título de curiosidade para quem também utiliza o estilo Vancouver para publicações científicas,

por Victor Gasparini

 

Em 1978, um grupo de editores das maiores revistas científicas reuniu-se em Vancouver e produziram orientação para uniformização de procedimentos para submissão dos artigos em suas respectivas revistas. Em 1979, esse grupo de Vancouver tornou-se o ICMJE (International Committee of Medical Journal Editor). Dessas grandes revistas citadas, temos os editores da JAMA, Annals of Internal Medicine, British Medical Journal e o famoso New England of Medicine. A partir daí, mais de 400 revistas fazem utilização das normas de Vancouver para suas publicações.

No Brasil, muitas revistas ou programas de pós-graduação utilizam normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a qual regulamenta produtos, sistemas e rotulagem ambiental, e também a apresentação textual de artigos científicos, com modificação periódicas de detalhes técnicos.

Para construção de seus textos, é válido saber antecipadamente quais normas deverão nortear o(s) documento(s). Para saber mais detalhes sobre essas ferramentas normatizadoras acesse o link abaixo para download do Special Report – Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Jornals, publicado pelo New England Journal of Medicine.

 

[download id=”4450″]

Licenciado pleno em Educação Física - Faculdade Salesiana de Vitória (2005). Pós Graduado em Fisiologia e Cinesiologia do Exercício e Saúde - Universidade Gama Filho (2008). Mestrado em Educação Física vinculado à linha de pesquisa: Aspectos fisiológicos agudos e crônicos do movimento corporal humano. LAFEX - Laboratório de Fisiologia do Exercício - UFES - Universidade Federal do Espírito Santo (2016). Professor de Educação Física estatutário atuando em Unidades de Saúde no município de Serra - ES. Área de interesse: Treinamento intervalado de alta intensidade, Treinamento aeróbio contínuo, Consumo máximo de oxigênio, Doenças cardiometabólicas, Limares metabólicos e ventilatórios, Bioenergética.